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"O Telefone Preto 2" foge um pouco dos padrões do seu antecessor e acaba sendo superior

  • Foto do escritor: Leonardo Souza
    Leonardo Souza
  • 18 de nov. de 2025
  • 1 min de leitura

Se no primeiro filme o vilão era uma figura de carne e osso, aqui ele retorna como um fantasma, atacando suas vítimas através dos sonhos e é impossível não lembrar do clássico “A Hora do Pesadelo”, onde o temido Freddy Krueger também caçava suas vítimas nesse mesmo terreno.


O que tinha tudo para ser uma cópia malfeita se transforma em uma homenagem bem conduzida, uma inspiração delicada e muito bem aproveitada.

Tudo aqui melhora: roteiro, direção e atuações. É nítida a evolução de Mason Thames, no primeiro filme ele já se mostrava promissor, mas nesta continuação ele se destaca ainda mais, amadurecido e seguro.


Já Madeleine McGraw é simplesmente de outro mundo. Se antes ela já havia encantado, agora, com um papel mais desenvolvido, entrega uma performance poderosa e comovente. É tanto talento que merecia ainda mais espaço em grandes produções de Hollywood.


“O Telefone Preto 2” é arte em forma de terror. Desde o primeiro filme, a estética jovem com aquela vibe de edição polaroid chamava atenção; aqui, isso é explorado com muito mais confiança. Se no original o tom mais “pé no chão” era quase obrigatório, nesta sequência os criadores abraçam de vez o sobrenatural e acertam em cheio. O filme mantém a essência, mas as mudanças só enriquecem a experiência.


2025 tem sido um ótimo ano para o terror, e “O Telefone Preto 2” certamente coloca o gênero em um patamar ainda mais alto.


Nota: 4,5/5

 
 
 

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